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sexta-feira, 13 de junho de 2008

Aditivos quimicos e alimentos orgânicos


Aditivos são substâncias adicionadas aos alimentos, podem possuir varias funções, são elas: impedir alterações no alimento, manter ou modificar seu estado físico, conferir ou intensificar seu aroma, cor e sabor.

A organização mundial da saúde classificou os aditivos como substâncias não nutritivas introduzidas nos alimentos em pequenas quantidades, já os aditivos com principal objetivo de levar valor nutritivo não entraram nessa categoria de aditivos químicos. Exemplos de aditivos com valor nutritivo: vitaminas e sais minerais.

Aditivos químicos só são validos em alimentos apartir do momento em que sua adição ao mesmo não traga consigo prejuízos no valor nutritivo do alimento, é o que diz a legislação brasileira (n° 55871).

O aumento da introdução de aditivos nos produtos se deve ao fato do crescimento da população mundial, isso reflete numa grande demanda de alimentos, como conseqüência mais aditivos tem sido empregados. Outro fator é o grande número de produtos modernos tais como os que são compostos por um baixo valor calórico (light), salgadinhos embalados, fast-food e etc. não seriam possíveis sem os aditivos.

A utilização dos aditivos tem como base dois critérios fundamentais: Necessidade de sua utilização e a inocuidade em relação a saúde pública.

Isso implica dizer que a utilização desses produtos deve ter prioridade quando se tratar de um meio de suplementar nos processos industriais de alimentos e não com objetivo de substituí-los.

Os aditivos são basicamente constituídos por substâncias que não são naturalmente encontradas nos alimentos.

Pode-se classificar os aditivos em 4 grupos principais:

1- Substâncias que tem por objetivo estender o tempo de vida útil ou reduzir a deterioração de m determinado alimento.

2- Produtos que alteram as características de um alimento, melhorando seu sabor, sua cor e textura.

3- Produtos que são adicionados com a finalidade de variar o valor nutritivo do mesmo.

4- Substâncias que ocorrem em alimentos, devido a contaminações acidentais.

Fontes: http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/aditivos-quimicos/aditivos-nos-alimentos.php

http://www.ufsm.br/nitrico/site/aditivos_quimicos.htm

Eletrólise = PAO- Positivo Ânodo Oxida

Eletrólise é uma reação de oxirredução não-espontânea produzida pela passagem da corrente elétrica.

Cátodo da cela eletrolítica é o eletrodo negativo, isto é, ligado ao pólo negativo do gerador. Nele ocorre sempre uma reação de redução.

Ânodo da cela eletrolítica é o eletrodo positivo, isto é, ligado ao pólo positivo do gerador. Nele sempre ocorre uma reação de oxidação.


Pólo positivo Pólo negativo
Pilha cátodo ânodo
Célula eletrolítica ânodo cátodo

Na eletrólise em solução aquosa de sais de metais alcalinos (Na+, K+...), alcalino-terrosos (Ca2+, Ba2+...) e de alumínio (Al3+), a descarga no cátodo não é a dos respectivos cátions, mas ocorre segundo a equação:

2H2O + 2e- ® H2 + 2(OH)-

Nas eletrólises em solução aquosa e com ânodo inerte (Pt ou grafite) de sais oxigenados (SO42-, NO3-, PO43-...) não há a descarga dos respectivos ânions oxigenados, mas ocorre a descarga segundo a equação:

H2O ® 2H+ + ½O2 + 2e-

O ânion F-, embora não seja oxigenado, comporta-se como os ânions oxigenados em relação à descarga no ânodo.

Nas eletrólises em solução aquosa com ânodo de metal não-inerte M (prata ou metal mais reativo que a prata), a descarga que ocorre no ânodo é segundo a equação:

M ® M x+ + xe-

Ag ® Ag+ + e-

Cu ® Cu2+ + 2e-

Purificação eletrolítica do cobre - Faz-se a eletrólise de CuSO4 em solução aquosa usando como cátodo um fio de cobre puro e como ânodo um bloco de cobre impuro. Nesse processo, precipita a lama anódica que contém impurezas de Au, Ag, Pt, etc., da qual são posteriormente extraídos esses metais.

Galvanoplastia - Douração, prateação, niquelação, cromeação, etc., feitas por via eletrolítica.

Aplicações da eletrólise

  • Obtenção de metais (Al, Na, Mg)

  • Obtenção de NaOH, H2 e Cl2

  • Purificação eletrolítica de metais

  • Galvanoplastia

Oxigênio- O que nos da à vida também nos mata!


A atividade celular requer energia. Esta energia provém de certos alimentos que a célula obtém, como é o caso dos açúcares. A "queima" celular de açúcares em presença de oxigênio é chamada de respiração celular aeróbia. Este processo é realizado pela maioria dos seres vivos, animais ou vegetais, e fornece à célula a energia necessária às suas atividades. Esta energia é proveniente da "desmontagem" da glicose, que pode ser, simplificadamente, resumida na quebra gradativa das ligações entre carbonos, saindo o CO2; e remoção dos hidrogênios da glicose, em vários momentos do processo; e por fim sua oxidação na cadeia respiratória, com liberação de energia. Nessa cadeia respiratória, 98% do O2 é reduzido a água. Às vezes porém, a mitocôndria deixa escapar um elétron solitário, que é logo roubado pelo oxigênio (os 2% restantes de oxigênio). Com um elétron a mais, o oxigênio escapa - ele agora é o radical superóxido (O2 com um elétron extra). Mas logo encontra uma enzima protetora, a superóxido dismutase, que lhe doa um de seus elétrons. Com dois elétrons a mais reagindo com o hidrogênio, a molécula se transforma na inofensiva água oxigenada, que normalmente vira água ao encontrar certas enzimas (Catalase peroxidase) e vitaminas do complexo B

Quem são os Radicais Livres?

Denomina-se radical livre toda molécula que possui um elétron ímpar em sua órbita externa, fora de seu nível orbital, gravitando em sentido oposto aos outros elétrons. Este elétron livre favorece a recepção de outras moléculas, o que torna os radicais livres extremamente reativos, inclusive com moléculas orgânicas. Os radicais livres têm vida média de milésimos de segundo, mas eventualmente podem tornar-se estáveis, produzindo reações biológicas lesivas. O Oxigênio molecular (O2) é um birradical de 16 elétrons que, embora apresentem um elétron não-emparelhado na última camada de cada átomo, é estável porque este elétron gravita na mesma direção, impedindo o O2 de agir como radical livre. Esta condição lhe confere características de potente oxidante, ou seja, receptor de elétrons de outras moléculas. Se ocorrer a entrada de energia, os elétrons não emparelhados tomam direções opostas, formando então uma molécula extremamente reativa chamada de radical livre de oxigênio (superóxido, peróxido de hidrogênio). A água oxigenada (peróxido de hidrogênio) diferentemente dos outros radicais, tem um número par de elétrons, podendo "navegar" por células e, assim, aumentando o risco de "trombar" com um átomo de Ferro. Ao se combinar com o Ferro, a água oxigenada ganha mais um elétron, formando o terceiro e mais terrível dos radicais: a hidroxila, que reage instantaneamente com moléculas da célula.

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terça-feira, 10 de junho de 2008

Pilha

Pilha é qualquer dispositivo no qual uma reação de oxirredução espontânea produz corrente elétrica.

Cátodo é o eletrodo no qual há redução (ganho de elétrons). É o pólo positivo da pilha.

Ânodo é o eletrodo no qual há oxidação (perda de elétrons). É o pólo negativo da pilha.

Os elétrons saem do ânodo (pólo negativo) e entram no cátodo (pólo positivo) da pilha.

Pilhas comerciais
  • Pilha seca comum (Leclanché)
  • Pilha alcalina comum
  • Pilha de mercúrio
  • Bateria de níquel-cádmio
  • Bateria de chumbo
  • Pilha de combustível

Representação convencionada pela IUPAC

Ânodo/Solução do ânodo//Solução do cátodo/Cátodo

Exemplo: Pilha de Daniell ® Zn/Zn2+//Cu2+/Cu

Eletrodo padrão

Eletrodo padrão é aquele no qual as concentrações das substâncias em solução é igual a 1 mol/L e a temperatura é de 25°C.

No caso de um gás participar do eletrodo, sua pressão deve ser igual a 1 atm.

Por convenção, o potencial padrão de eletrodo do hidrogênio é igual a zero e o seu potencial padrão de redução é igual a zero:

2H+ + 2e- ®
¬
H2
E0red = 0 (convenção)

A IUPAC eliminou o termo potencial de oxidação. Sempre deve ser usada a expressão potencial de redução.

A medida do potencial padrão de redução de um dado eletrodo padrão é feita medindo-se a ddp de uma pilha padrão na qual uma das semipilhas é um eletrodo padrão de hidrogênio e a outra é o eletrodo padrão cujo E0red se quer medir.

  • Quanto maior for o E0red, mais fácil será a redução e mais forte será o oxidante.

  • Quanto menor for o E0red, mais difícil será a redução e mais fraco será o oxidante.

  • Quanto maior for o E0red, mais difícil será a oxidação e mais fraco será o redutor.

  • Quanto menor for o E0red, mais fácil será a oxidação e mais forte será o redutor.

MENOR E0red fluxo de elétrons
¾¾¾¾¾¾¾¾®
reação espontânea (DG < 0)

fluxo de elétrons
¬¾¾¾¾¾¾¾¾
reação não-espontânea (DG > 0)
MAIOR E0red

Corrosão

Corrosão do ferro

Reação global: 2Fe + 3/2O2 + xH2O ® Fe2O3 · xH2O

ferrugem

Proteção contra a corrosão
  • Ferro galvanizado (ferro revestido de zinco)
  • Lata (ferro revestido de estanho)
  • Ferro com plaquetas de Zn ou Mg presas na superfície e que funcionam como eletrodo de sacrifício


Fonte:http://www.fisica.net/quimica/resumo23.htm