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sexta-feira, 5 de setembro de 2008

A radioatividade ao longo de sua descoberta tem causado grandes discussões sobre o seu beneficio ou malefício.
Hoje sabemos que ela pode ser utilizada de varias maneiras, a mais famosa dela é a usina nuclear, mas também pode ser utilizada na medicina, agricultura, industria, arqueologia entre outras.
Mas podem trazer vários efeitos indesejáveis para a população, como câncer, lixo radioativo e o mais temido de todos , um desastre nuclear como o de “Chernobyl ” e a bomba atômica.

Texto: Eraldo,Italo e Manuella.

Radioatividade Prós e contras

A BOMBA ATÔMICA


O Poder Destrutivo da Bomba

A ação destrutiva de uma bomba atômica pode ser descrita em 6 etapas:

1. O início da explosão de uma bomba atômica corresponde ao início da reação em cadeia que ocorre em pleno ar. A bomba é lançada normalmente a ordem de milhões de graus Celsius.
2. Após 0,0001 segundos, a massa gasosa que transformou a bomba emite elevadas quantidades alfa e raios ultravioleta, além de outras radiações eletromagnéticas, cuja luminosidade pode destruir a retina e cegar as pessoas que a olharem diretamente.
3. Entre 0,0001 e 6 segundos, a radiação já foi totalmente absorvida pelo ar ao redor, que se transforma numa enorme bola de fogo, cuja expansão provoca a destruição de todos os materiais inflamáveis num raio médio de 1 quilometro, assim como queimaduras de 1°,2° e 3°s graus.
4. Após 6 segundos, a esfera de fogo atinge o solo iniciando uma onda de choques e devastação que propaga através de um deslocamento de ar comparável a um furacão com ventos de 200 a 400 Km/h.

Após 2 minutos, a esfera de fogo já se transformou completamente num cogumelo que vai atingir a estratosfera. As partículas radioativas se espalham pela estratosfera levadas pelos fortes ventos e acabam se precipitando em diversos pontos da Terra durante muitos anos.

Construindo a Bomba Atômica:

TNT, Urânio, Fonte de Nêutrons.

A explosão do TNT provoca o impacto do urânio com a fonte de nêutrons, dando início à fissão nuclear.

FISSÃO NUCLEAR - Quebra de um núcleo atômico formando átomos novos e liberando grande quantidade de energia.

Urânio 235 + n -----Ba + Kr + 3n + muita energia calorífica ( Temperatura de 1000000 °C).

Os 3 nêutrons resultantes podem encontrar outro 3 núcleos de urânio e provocar 3 novas fissões, com formação de outros nove nêutrons, os quais provocam outras nove fissões e assim por diante. Trata-se de uma reação em cadeia.

Junto com o bário e criptônio formam-se dezenas de outros elementos químicos, inclusive artificiais, tais como tecnício (43), promécio (59) e plutônio (94). Essa mistura resultante recebe o nome de lixo atômico.

Usinas Nucleares do Brasil


Angra I

Para atender as possíveis necessidades futuras, em 1972 foi iniciada a construção de Angra I, mas só em 1985 a usina entrou em operação comercial. Em 1999 alcançou um fator de disponibilidade de 96% e uma geração bruta de 3.976.943 Mwh.
Angra I tem 657 MW de potência. Funciona com reator de água pressurizada, moderado e refrigerado a água com prédio de contenção.

Foi construída na praia de Itaorna em Angra dos Reis - Rio de Janeiro, e mesmo obedecendo aos mais exigentes padrões internacionais de segurança, ainda há muita polêmica.

Além de programas de segurança, testes periódicos de rotina garantem a proteção contra acidentes com liberação de radioatividade para o meio ambiente.


Angra II

Em junho de 2000, Angra II teve seu reator entrou em fissão, com potência de 1.309 Mw.

O IBAMA - Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais, é responsável pelo licenciamento ambiental de emreendimentos industriais de grande porte. Para conceder a Licença de Operação de Angra II, foi exigido que fossem preparados o EIA e o RIMA.

O Estudo de Impacto Ambiental compreende na descrição do projeto e suas alternativas, nas etapas de planejamento, construção, operação, desativação (se for o caso), delimitação e o diagnóstico ambiental da área de influência, a indentificação, medição e a valoração dos impactos, a comparação das alternativas e a previsão da situação futura, a elaboração do Relatório de Impacto Ambiental - RIMA.

Angra III

AO Conselho Nacional de Política Energética, em sua Resolução nº 3, de 25 de junho de 2007, determinou a retomada da construção da Usina Nuclear Angra 3, com previsão de entrada em operação comercial em 2013.

Chernobyl


Em 26 de abril de 1986, ocorreu na Ucrânia o pior acidente nuclear da história. Causado por falha humana, o acidente aconteceu por problemas em hastes de controle do reator que foram mal projetadas e por erros no manuseio da máquina. Dentre as conseqüências do acidente cita-se a poeira radioativa que tomou conta do local e a contaminação dos seres viventes da região.

Na madrugada do dia 26, a equipe responsável pelo plantão aproveitou o desligamento de rotina da unidade 4 para realizar um experimento que buscava verificar o que aconteceria com as bombas de resfriamento se houvesse interrupção de energia, mais especificamente, no momento do intervalo entre a interrupção e a ativação dos geradores de emergência. As bombas de resfriamento assumem um importante papel em uma usina nuclear, pois consegue bloquear o aumento das temperaturas dos reatores, local que armazena o combustível nuclear, impedindo assim trágicas conseqüências.

Para tal experimento, a equipe desligou o sistema de segurança da unidade para evitar que houvesse interrupção de energia no reator e ainda reduziram a capacidade de energia do reator em 25%, o que motivou o acidente. A queda de energia foi maior do que a planejada, fazendo com que a equipe agisse rapidamente para reverter a situação. Porém, uma grande onda energética foi criada e o reator emergencial não funcionou para impedir a mesma.

O crescimento acelerado de energia fez com que os reatores recebessem energia em quantidade maior do que suportava, causando uma grande explosão de 2000ºC de temperatura, o que impulsionou o incêndio do grafite existente que moderava os nêutrons no reator. O grafite por muitos dias permaneceu queimando, fazendo com que inúmeras tentativas de cessar fogo e impedir mais liberação de material radioativo fossem em vão. Não se sabe ao certo a quantidade de pessoas mortas em conseqüência do acidente e nem a quantidade de radiação liberada, pois as estatísticas das autoridades soviéticas foram distorcidas com o intuito de ocultar a real situação do problema.

Após o acidente foi construída uma estrutura de concreto e aço sobre o local acidentado e contaminado, o que recebeu o nome de sarcófago. O sarcófago tem a finalidade de impedir a liberação dos 95% do combustível nuclear ainda existente no local.

Fonte:http://www.brasilescola.com/historia/chernobyl-acidente-nuclear.htm

segunda-feira, 21 de julho de 2008

Radioatividade



COMO COMEÇOU?

A radioatividade foi descoberta pelos cientistas no final do século passado. Até aquela época predominava a idéia de que os átomos eram as menores partículas de qualquer matéria e eram semelhantes a esferas sólidas. A descoberta da radiação revelou a existência de partículas menores que o átomo: os prótons e nêutrons, que compõe o núcleo, e os elétrons, que giram em torno do núcleo. Essas partículas, chamadas de subatômicas, movimentam-se com altíssimas velocidades. Descobriu-se também que os átomos não são todos iguais. O átomo de hidrogênio, por exemplo, o mais simples de todos, possui 1 próton e 1 elétron (e nenhum nêutron). Já o átomo do urânio-235 conta com 92 prótons e 143 nêutrons isso no final do século XIX.

O QUE É?

Existem na natureza alguns elementos fisicamente estáveis, cujos átomos, ao se desintegrarem, emite energia sob forma de radiação. Dá se o nome de radioatividade justamente a essa propriedade que tais átomos tem de emitir radiação ou seja transmitir energia através do espaço na forma de partículas ou ondas.

O urânio–235, o césio–137, o cobalto–60, o tório–232 são exemplos de elementos fisicamente instáveis ou radioativos. Eles estão em lenta e constante desintegração, liberando energia através de ondas eletromagnéticas (raios gama) ou partículas subatômicas com altas velocidades (partículas alfa, beta e nêutrons.

Fonte: http://www.mundodoquimico.hpg.ig.com.br/radioatividade.htm

sexta-feira, 13 de junho de 2008

Aditivos quimicos e alimentos orgânicos


Aditivos são substâncias adicionadas aos alimentos, podem possuir varias funções, são elas: impedir alterações no alimento, manter ou modificar seu estado físico, conferir ou intensificar seu aroma, cor e sabor.

A organização mundial da saúde classificou os aditivos como substâncias não nutritivas introduzidas nos alimentos em pequenas quantidades, já os aditivos com principal objetivo de levar valor nutritivo não entraram nessa categoria de aditivos químicos. Exemplos de aditivos com valor nutritivo: vitaminas e sais minerais.

Aditivos químicos só são validos em alimentos apartir do momento em que sua adição ao mesmo não traga consigo prejuízos no valor nutritivo do alimento, é o que diz a legislação brasileira (n° 55871).

O aumento da introdução de aditivos nos produtos se deve ao fato do crescimento da população mundial, isso reflete numa grande demanda de alimentos, como conseqüência mais aditivos tem sido empregados. Outro fator é o grande número de produtos modernos tais como os que são compostos por um baixo valor calórico (light), salgadinhos embalados, fast-food e etc. não seriam possíveis sem os aditivos.

A utilização dos aditivos tem como base dois critérios fundamentais: Necessidade de sua utilização e a inocuidade em relação a saúde pública.

Isso implica dizer que a utilização desses produtos deve ter prioridade quando se tratar de um meio de suplementar nos processos industriais de alimentos e não com objetivo de substituí-los.

Os aditivos são basicamente constituídos por substâncias que não são naturalmente encontradas nos alimentos.

Pode-se classificar os aditivos em 4 grupos principais:

1- Substâncias que tem por objetivo estender o tempo de vida útil ou reduzir a deterioração de m determinado alimento.

2- Produtos que alteram as características de um alimento, melhorando seu sabor, sua cor e textura.

3- Produtos que são adicionados com a finalidade de variar o valor nutritivo do mesmo.

4- Substâncias que ocorrem em alimentos, devido a contaminações acidentais.

Fontes: http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/aditivos-quimicos/aditivos-nos-alimentos.php

http://www.ufsm.br/nitrico/site/aditivos_quimicos.htm

Eletrólise = PAO- Positivo Ânodo Oxida

Eletrólise é uma reação de oxirredução não-espontânea produzida pela passagem da corrente elétrica.

Cátodo da cela eletrolítica é o eletrodo negativo, isto é, ligado ao pólo negativo do gerador. Nele ocorre sempre uma reação de redução.

Ânodo da cela eletrolítica é o eletrodo positivo, isto é, ligado ao pólo positivo do gerador. Nele sempre ocorre uma reação de oxidação.


Pólo positivo Pólo negativo
Pilha cátodo ânodo
Célula eletrolítica ânodo cátodo

Na eletrólise em solução aquosa de sais de metais alcalinos (Na+, K+...), alcalino-terrosos (Ca2+, Ba2+...) e de alumínio (Al3+), a descarga no cátodo não é a dos respectivos cátions, mas ocorre segundo a equação:

2H2O + 2e- ® H2 + 2(OH)-

Nas eletrólises em solução aquosa e com ânodo inerte (Pt ou grafite) de sais oxigenados (SO42-, NO3-, PO43-...) não há a descarga dos respectivos ânions oxigenados, mas ocorre a descarga segundo a equação:

H2O ® 2H+ + ½O2 + 2e-

O ânion F-, embora não seja oxigenado, comporta-se como os ânions oxigenados em relação à descarga no ânodo.

Nas eletrólises em solução aquosa com ânodo de metal não-inerte M (prata ou metal mais reativo que a prata), a descarga que ocorre no ânodo é segundo a equação:

M ® M x+ + xe-

Ag ® Ag+ + e-

Cu ® Cu2+ + 2e-

Purificação eletrolítica do cobre - Faz-se a eletrólise de CuSO4 em solução aquosa usando como cátodo um fio de cobre puro e como ânodo um bloco de cobre impuro. Nesse processo, precipita a lama anódica que contém impurezas de Au, Ag, Pt, etc., da qual são posteriormente extraídos esses metais.

Galvanoplastia - Douração, prateação, niquelação, cromeação, etc., feitas por via eletrolítica.

Aplicações da eletrólise

  • Obtenção de metais (Al, Na, Mg)

  • Obtenção de NaOH, H2 e Cl2

  • Purificação eletrolítica de metais

  • Galvanoplastia

Oxigênio- O que nos da à vida também nos mata!


A atividade celular requer energia. Esta energia provém de certos alimentos que a célula obtém, como é o caso dos açúcares. A "queima" celular de açúcares em presença de oxigênio é chamada de respiração celular aeróbia. Este processo é realizado pela maioria dos seres vivos, animais ou vegetais, e fornece à célula a energia necessária às suas atividades. Esta energia é proveniente da "desmontagem" da glicose, que pode ser, simplificadamente, resumida na quebra gradativa das ligações entre carbonos, saindo o CO2; e remoção dos hidrogênios da glicose, em vários momentos do processo; e por fim sua oxidação na cadeia respiratória, com liberação de energia. Nessa cadeia respiratória, 98% do O2 é reduzido a água. Às vezes porém, a mitocôndria deixa escapar um elétron solitário, que é logo roubado pelo oxigênio (os 2% restantes de oxigênio). Com um elétron a mais, o oxigênio escapa - ele agora é o radical superóxido (O2 com um elétron extra). Mas logo encontra uma enzima protetora, a superóxido dismutase, que lhe doa um de seus elétrons. Com dois elétrons a mais reagindo com o hidrogênio, a molécula se transforma na inofensiva água oxigenada, que normalmente vira água ao encontrar certas enzimas (Catalase peroxidase) e vitaminas do complexo B

Quem são os Radicais Livres?

Denomina-se radical livre toda molécula que possui um elétron ímpar em sua órbita externa, fora de seu nível orbital, gravitando em sentido oposto aos outros elétrons. Este elétron livre favorece a recepção de outras moléculas, o que torna os radicais livres extremamente reativos, inclusive com moléculas orgânicas. Os radicais livres têm vida média de milésimos de segundo, mas eventualmente podem tornar-se estáveis, produzindo reações biológicas lesivas. O Oxigênio molecular (O2) é um birradical de 16 elétrons que, embora apresentem um elétron não-emparelhado na última camada de cada átomo, é estável porque este elétron gravita na mesma direção, impedindo o O2 de agir como radical livre. Esta condição lhe confere características de potente oxidante, ou seja, receptor de elétrons de outras moléculas. Se ocorrer a entrada de energia, os elétrons não emparelhados tomam direções opostas, formando então uma molécula extremamente reativa chamada de radical livre de oxigênio (superóxido, peróxido de hidrogênio). A água oxigenada (peróxido de hidrogênio) diferentemente dos outros radicais, tem um número par de elétrons, podendo "navegar" por células e, assim, aumentando o risco de "trombar" com um átomo de Ferro. Ao se combinar com o Ferro, a água oxigenada ganha mais um elétron, formando o terceiro e mais terrível dos radicais: a hidroxila, que reage instantaneamente com moléculas da célula.

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terça-feira, 10 de junho de 2008

Pilha

Pilha é qualquer dispositivo no qual uma reação de oxirredução espontânea produz corrente elétrica.

Cátodo é o eletrodo no qual há redução (ganho de elétrons). É o pólo positivo da pilha.

Ânodo é o eletrodo no qual há oxidação (perda de elétrons). É o pólo negativo da pilha.

Os elétrons saem do ânodo (pólo negativo) e entram no cátodo (pólo positivo) da pilha.

Pilhas comerciais
  • Pilha seca comum (Leclanché)
  • Pilha alcalina comum
  • Pilha de mercúrio
  • Bateria de níquel-cádmio
  • Bateria de chumbo
  • Pilha de combustível

Representação convencionada pela IUPAC

Ânodo/Solução do ânodo//Solução do cátodo/Cátodo

Exemplo: Pilha de Daniell ® Zn/Zn2+//Cu2+/Cu

Eletrodo padrão

Eletrodo padrão é aquele no qual as concentrações das substâncias em solução é igual a 1 mol/L e a temperatura é de 25°C.

No caso de um gás participar do eletrodo, sua pressão deve ser igual a 1 atm.

Por convenção, o potencial padrão de eletrodo do hidrogênio é igual a zero e o seu potencial padrão de redução é igual a zero:

2H+ + 2e- ®
¬
H2
E0red = 0 (convenção)

A IUPAC eliminou o termo potencial de oxidação. Sempre deve ser usada a expressão potencial de redução.

A medida do potencial padrão de redução de um dado eletrodo padrão é feita medindo-se a ddp de uma pilha padrão na qual uma das semipilhas é um eletrodo padrão de hidrogênio e a outra é o eletrodo padrão cujo E0red se quer medir.

  • Quanto maior for o E0red, mais fácil será a redução e mais forte será o oxidante.

  • Quanto menor for o E0red, mais difícil será a redução e mais fraco será o oxidante.

  • Quanto maior for o E0red, mais difícil será a oxidação e mais fraco será o redutor.

  • Quanto menor for o E0red, mais fácil será a oxidação e mais forte será o redutor.

MENOR E0red fluxo de elétrons
¾¾¾¾¾¾¾¾®
reação espontânea (DG < 0)

fluxo de elétrons
¬¾¾¾¾¾¾¾¾
reação não-espontânea (DG > 0)
MAIOR E0red

Corrosão

Corrosão do ferro

Reação global: 2Fe + 3/2O2 + xH2O ® Fe2O3 · xH2O

ferrugem

Proteção contra a corrosão
  • Ferro galvanizado (ferro revestido de zinco)
  • Lata (ferro revestido de estanho)
  • Ferro com plaquetas de Zn ou Mg presas na superfície e que funcionam como eletrodo de sacrifício


Fonte:http://www.fisica.net/quimica/resumo23.htm

quinta-feira, 3 de abril de 2008

O pH e a influencia na vida dos seres humanos


O pH é uma escala que mede o nível de acidez ou alcalinidade de uma substancia, essa escala tem uma grande influencia em nossas vidas. Nós estamos em contanto com substancias acidas e básicas a todo o momento da nossa vida, pois, o nosso organismo é um grande laboratório químico exercendo varias funções ao mesmo tempo.

Para nosso organismo “funcionar” ele deve estar nas condições necessárias, como por exemplo, as atividades enzimáticas que devem estar em um pH acido para poder realizar as funções. Um nível de pH que deve estarem total equilíbrio é o do sangue, ele deve ter um caráter levemente básico pois assim irá conter um nível maior de oxigênio e assim evitando muitas doenças. O texto abaixo explica a grande importância da nossa alimentação e da escala de pH em nossas vidas.

A afirmação de que o surgimento do ser vivo está diretamente relacionada aos minerais, isto é, os minerais deram origem aos seres vivos, a cada dia torna-se mais clara e confirma os ensinamentos bíblicos: "Tu és pó e a pó tornarás!"

O mineral é, portanto a base, o início de tudo; veja a clorofila, encontrada nos vegetais, compondo sua molécula existe um átomo de magnésio; no sangue dos animais, fazendo parte da molécula da hemoglobina encontramos o elemento mineral ferro, sua deficiência é conhecida por anemia. Na estrutura das moléculas das vitaminas encontra-se um mineral, por exemplo: na vitamina B-12 encontra-se um átomo de cobalto; riboflavina ou vitamina B-2 encontra-se o mineral fósforo; as vitaminas do complexo B estão ligadas ao fósforo ou ao pirofosfato; a vitamina D está ligada ao cálcio. Grande parte das substâncias orgânicas conhecidas, mostra em sua estrutura um átomo de algum mineral.

Os minerais, as vitaminas e todas as substâncias essenciais para o ser humano, o alcançam através do alimento. O alimento é, portanto, responsável pela manutenção e abastecimento do ser vivo. Estando o alimento deficitário de uma das substâncias, dá início a um desequilíbrio, que se torna mais grave quando a deficiência é de um mineral, uma vez que compõe a base ou estrutura das substâncias orgânicas. Vem daí a necessidade de se produzir alimentos completos, equilibrados isto é, sadios.

Os alimentos têm sua origem no solo. O solo vem sofrendo várias agressões e por isso fica desequilibrado, doente. Um desequilíbrio freqüentemente encontrado é a acidez do solo, responsável por grandes prejuízos para o agricultor e em seqüência, ao homem que está no final da cadeia alimentar.

A acidez do solo, ou o pH baixo do solo faz com que a planta deixe de absorver determinados minerais e por isso, aparecem doenças nas plantas. Para corrigir a acidez do solo, isto é, elevar o pH para deixá-lo próximo da normalidade que é de 6,5 a 7,0 usa-se calcário para corretivo de solo, ou farinhas de rocha, ricas em minerais, que além de corrigir a acidez, fornece nutrientes minerais restituidores da saúde do solo. Um outro produto que poderia ser utilizado para corrigir a acidez dos solos, seria as águas salobras (alcalinas) encontradas no Nordeste do Brasil.


Fariam a recuperação (correção) mais rapidamente e forneceriam nutrientes valiosos para a saúde das plantas, dos animais e do homem; porém, o método ainda necessita ser mais estudado para ser colocado em prática.
Assim, para que um produto esteja equilibrado, sadio, em condições de servir de alimento, o solo que o produziu, tinha que ter um pH ideal, caso contrário, os minerais necessários para dar saúde àquele alimento não seriam absorvidos. Daí a importância do pH.

Do mesmo modo, o pH do sangue humano precisa estar em seu limite ideal de 7,4 para absorver os minerais necessários à saúde daquele indivíduo. Qualquer alimento sólido, ou líquido, que prejudique o equilíbrio do pH ideal estará comprometendo a saúde. Assim, o pH do sangue humano está inteiramente relacionado à saúde. Uma pequena variação do pH dá oportunidade a uma redução do seu sistema imunológico, dando oportunidade para que seres vivos prejudiciais à nossa saúde, como vírus, bactérias, fungos, que vivem em meios ácidos, com pH abaixo de 7,0 proliferem e encontrem ambiente propício para sobreviver.

A maior parte das pessoas acometidas de câncer apresentam um pH no tecido de 4,5. Esse ambiente é pobre em oxigênio e muito propício para instalação de câncer.

Quando o pH do sangue está baixo, as gorduras são aderidas às paredes das artérias causando doenças do coração.
As doenças causadas pela tireóide é resultado da deficiência do mineral iodo. Esse elemento só é absorvido pelo o organismo quando está com o pH ideal. Por isso, na sociedade atual é freqüente encontrar pessoas com doenças da tireóide, porque atualmente valoriza-se alimentos que proporcionam ao organismo um ambiente de pH baixo.

Em resumo, estando o pH do nosso sangue abaixo da normalidade 7,4 estamos propensos a todos os tipos de doenças: Câncer, artrite, diabetes, doenças do coração, fadiga crônica, alergias além de doenças causadas por vírus, bactérias e fungos.

Uma maneira de manter o seu pH é evitar alimentos com pH baixo, como café (em torno de 4,0), refrigerante (em torno de 2,0), cerveja (varia de 2,5 a 4,2 dependendo da marca). Açúcar é um grande rebaixador de pH.
Uma água mineral de boa qualidade pode suprir todas essas carências, no entanto precisa ter as seguintes qualidades:



Água mineral de boa qualidade precisa:


- Ter pH entre 7,0 e 7,5.


Explicação:


Um pH levemente alcalino do sangue aumenta a oxigenação das células e a imunidade, uma vez que, vírus e bactérias precisam de um meio ácido para sobreviver.



- Ser rica em minerais.


Explicação:


O nível de sal no plasma do sangue, de pessoa sadia, é semelhante ao nível de sal da água do mar. A água do mar possui 84 elementos químicos.
O livro: "Elementos traço na nutrição e saúde humanas" da OMS - Organização Mundial de Saúde, Genebra. Preparado em colaboração com a Organização de Alimentação e Agricultura das Nações Unidas e com a Agência Internacional de Energia Atômica. Mostra a importância dos minerais na saúde humana.
Veja a importância do mineral magnésio - exerce mais de 300 funções no organismo humano. Sua deficiência causa arteriosclerose, doenças cardíacas, arritmias e acidente cardiovascular, osteoporose, diabetes, gastrite, prisão de ventre, cálculos renais, baixo desempenho sexual, artrose, artrite, doenças renais, próstata, alcoolismo, mal de Alzheimer, câncer, depressão, asma, etc.


terça-feira, 4 de março de 2008

A Chuva Ácida


Os cientistas expressam a acidez da chuva ácida usando a escala de pH. A escala define a acidez, a neutralidade ou a alcalinidade de uma solução com base em sua concentração de íons de hidrogênio. Os ácidos possuem uma alta concentração de íons de hidrogênio e um baixo pH. A escala varia de zero a 14, com a água pura a um 7.0 neutro. A maior parte da água, no entanto, não é exatamente pura. Mesmo limpa, a chuva normal possui um pH de aproximadamente 5.6. Isso porque ela reage com o dióxido de carbono na atmosfera e forma o ácido carbônico levemente ácido antes de se transformar em chuva.
A chuva ácida possui um pH de 5.0 ou menos. A maior parte da deposição ácida varia de pH 4.3 a 5.0 - algo entre a acidez do suco de laranja e do café preto. Mas a comparação entre a chuva ácida e os ácidos naturais e seguros pode ser enganosa. Mesmo sendo mais fraca, a chuva ácida destrói os ecossistemas, impedindo o crescimento de plantas sensíveis e matando ovos aquáticos delicados.

Os programas que monitoram a chuva ácida analisam o conteúdo de hidrogênio para determinar o pH. Eles também medem as concentrações atmosféricas de ácido nítrico, nitrato, dióxido de enxofre, sulfato e amônio. Nos Estados Unidos, o NADP (National Atmospheric Deposition Program - Programa Nacional de Deposição Atmosférica) supervisiona a deposição úmida, enquanto o CASTNET (Clean Air Status and Trends Network - Rede de Tendências e Status do Ar Limpo) observa a deposição seca. O monitoramento da deposição ácida ajuda a determinar as cargas críticas, ou a quantidade de poluentes que um ecossistema pode suportar antes de ser prejudicado. As cargas críticas precisas ajudam a estabelecer metas eficazes de reduções do SO2 e NOx.

Agora, aprenderemos sobre os efeitos nocivos da chuva ácida nos ambientes aquáticos, florestas, acabamentos, materiais de construção e saúde do homem.

Fonte: http://ambiente.hsw.uol.com.br/chuva-acida1.htm





terça-feira, 26 de fevereiro de 2008

O pH NO SANGUE


Nas células do nosso corpo, o CO2 é continuamente produzido como um produto terminal do metabolismo. Parte desse CO2 se dissolve no sangue, estabelecendo o equilíbrio:

CO2 + H2O H2CO3 H+ + HCO-3


Esse é um exemplo dos diversos equilíbrios que mantêm o pH do nosso sangue entre 7,3 e 7,5.
Quando a respiração é deficiente, essa hipoventilação acarreta o aumento da concentração de CO2 no sangue, o que provoca o deslocamento do equilíbrio para a direita, aumentando a concentração de H+ e diminuindo o pH sangüíneo. Essa é denominada acidose
Acidose: [CO2]? PH?
Sintomas: falta de ar, diminuição ou supressão da respiração, desorientação com possibilidade de coma.
Causas: ingestão de drogas, enfisema, pneumonia, bronquite, asma, alterações no sistema nervoso central.
Um procedimento médico bastante comum é fazer com que o paciente em crise histérica respire seu próprio ar. Desse modo, o ar inspirado apresenta maior concentração de CO2

Um ataque de histeria ou de ansiedade pode levar uma pessoa a respirar muito rapidamente. Essa hiperventilação acarreta a perda de uma quantidade maior de CO2 pelos pulmões, o que provoca o deslocamento do equilíbrio para a esquerda, diminuindo a concentração de H+ e aumentando o pH do sangue. Essa situação é denominada alcalose.
Alcalose:[CO2]? PH?
Sintomas: respiração ofegante, entorpecimento, rigidez muscular, convulsões.
Causas: ingestão de drogas, cirroses, exercícios físicos excessivos, overdose de aspirina, doenças pulmonares.

Fonte:http://www.dombosco.com.br/curso/estudemais/quimica/ph.php


A primeira impressão


A primeira impressão que tive sobre o Callado é que ele é uma pessoa que gosta de aconselhar os alunos para que não sigam pelo caminho errado tanto na vida como nos estudos, gosta de acompanhar de perto o desempenho dos alunos e também ser não só ser um professor mais também um grade amigo.